" O CARRETEL "
" Minha mãe estava sentada em sua máquina de costura, e eu brincava ao seus pés.
Derrepente um carretel cai, e tem sua linha desenrolada pelo chão.
Apanho o carretel, e o entrego de volta à minha mãe. "
Hoje, esta simples cena de minha infância, me saltou à lembrança.
Mas, nada é por acaso.
Ela veio para me dizer que somos como aquele carretel, nossa alma.
A linha, nossa vida já, e ainda, vivida, a se desenrolar por essa estrada.
O destino, a mão da criança que era eu, está atento. À espreita.
Zzzap.
Pronto para, a qualquer momento, nos interromper... e nos devolver a quem nos deu a vida.
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