Nos relacionamentos humanos, qualquer que seja o tipo de relacionamento que se tenha, as pessoas abrem, de si e em si, de tempos em tempos, pequenas janelas para que sejam vistas. Conhecidas. Percebidas.
Janelas, não portas por onde há o perigo de serem invadidas.
Se precisam de ajuda, um conselho, ou simplesmente serem ouvidas, abrem-nas em pequenas frestas.
Quando vai se consolidando a amizade, a confiança, estas pequenas frestas se abrem um pouquinho mais...e mais.
A partir daí, outras janelas se abrirão, sempre que se fizerem necessárias.
Mas, devemos tomar cuidado para não forçarmos estas aberturas com nossas própias "mãos".
Apenas o "dono da casa" poderá ampliá-la, até que ela se encontre totalmente aberta.
Pois, com qualquer movimento brusco, duvidoso, alheio, ou suspeito de nossa parte, ela se fechará, imediatamente e para sempre.
Somos convidados, ou convidamos as pessoas a nos conhecerem através, apenas, de janelas que abrimos, ou nos são abertas.
Uma janela não é uma porta.
Podemos através delas, ouvir, observar, opinar.
Nunca entrar na vida das pessoas.
Sermos invasores..., ou nos deixar invadir.
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